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Água Bem Precioso
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Ministro do Ambiente destaca o contributo das novas ETAR para a melhoria da qualidade da água no Rio Tejo

  

Amostradores colocados no rio permitem detetar anomalias e desencadear inspeções.

A construção de dezenas de Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) deu um contributo notável para a despoluição das bacias do Tejo e do Almonda e para a melhoria da qualidade das águas dos rios e afluentes. Só a empresa ÁGUAS DO RIBATEJO construiu 30 novas ETAR e recuperou 16 nos últimos sete anos. 

A convicção é do Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes que anunciou na quarta-feira, Dia Mundial da Água, a entrada em funcionamento de dois amostradores passivos no Tejo que vão permitir uma análise em contínuo da qualidade da água no rio.

“Desde segunda-feira, temos dois sítios em continuo no Tejo que nos dão uma leitura da qualidade da água", sustentou.

Segundo o Ministro, “os primeiros dados evidenciam uma melhoria qualidade da água, sobretudo em consequência da construção de um conjunto de estações de tratamento de águas residuais", disse.

Nos sete municípios que integram a AR, foram construídas três dezenas de novas estações de tratamento, requalificadas 16 e foram construídos mais de 500 km de condutas de saneamento. Um investimento superior a 70 Milhões de euros nos vários sistemas de tratamento.

Matos Fernandes admitiu que as primeiras análises feitas às águas do rio Tejo revelam indicadores  preocupantes como a existência de fósforo acima dos valores máximos admissíveis. O governante referiu que a subida dos níveis resulta da intensificação da atividade agrícola em Portugal e Espanha. “Quando a água entra em Portugal, já tem fósforo a mais", afirmou o ministro.

O governante garantiu que estão criadas condições para monitorizar em permanência a qualidade da água dos rios e a partir dos dados recolhidos intensificar as ações de inspeção e fiscalização. Matos Fernandes prometeu mão dura para os incumpridores. 

O ministro admitiu que a presença de alguns metais pesados no rio Tejo é uma situação naturalmente preocupante e que deve ser acompanhada. O Ministério do Ambiente reforçou os meios de controlo e fiscalização em parceria com as várias entidades envolvidas.

Matos Fernandes considerou prioritária a defesa dos recursos naturais e deixou um apelo, sobretudo aos potenciais poluidores do rio Tejo, ainda que involuntariamente, para que tenham um comportamento mais conforme com aquilo que são as regras ambientais.

“Todos são importantes neste objetivo de proteger e dar mais vida ao Rio”, concluiu.

Estudantes visitam ETAR de Torres Novas para conhecer tratamento

A ÁGUAS DO RIBATEJO cumpriu a tradição e abriu os equipamentos aos estudantes e professores no Dia Mundial da Água.

Em Torres Novas, os alunos dos cursos profissionais de Turismo Ambiental e Mecatrónica da Escola Secundária Maria Lamas visitaram a ETAR da cidade, um dos equipamentos de maior dimensão do universo da ar onde são tratados os “esgotos” domésticos e parte das águas residuais de algumas indústrias mediante análise e estúdio prévio do efluente.

“Esta não é uma ETAR para tratar todos os esgotos. A maioria das industrias estão obrigadas a ter sistemas de tratamento próprios. Aqui só tratamos as águas residuais industriais após análise das mesmas e verificação de que temos condições para o fazer”, explicou a técnica da AR durante a visita.

Os alunos tiveram oportunidade de ver a qualidade da água que é devolvida ao rio após o tratamento e ficaram impressionados com a sua transparência.

“Nunca imaginei que daquele esgoto se conseguisse tirar uma água tão limpa”, refere João Pedro, um dos alunos de Turismo Ambiental.  

As análises feitas à qualidade da água nas descargas após tratamento nas ETAR da AR revelam uma qualidade de excelência que atinge os 100% maioria dos equipamentos.

 





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