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Síntese Histórica

 

Na última década do séc. XX Portugal revela insuficiências graves nos sistemas de abastecimento de água para consumo público, baixos níveis de atendimento no saneamento de águas residuais e inexistência de sistemas de gestão de resíduos sólidos urbanos. A gestão e exploração destes sistemas eram responsabilidades exclusivas dos Municípios, predominando os investimentos numa lógica local e não integrada.

Na década de 90, começaram a surgir instrumentos que viriam permitir aumentar, de forma sustentável e em quantidade e qualidade, os níveis de atendimento da população portuguesa nos sectores de abastecimento e de saneamento de águas residuais.

Nesta altura começam a surgir os primeiros Sistemas Multimunicipais de Abastecimento de Água e de Saneamento de Águas Residuais, cuja responsabilidade que lhes foi então atribuída, tinha por objectivo sanar as insuficiências dos sistemas de abastecimento de água para consumo público e aumentar os níveis de atendimento da população servida por sistemas de saneamento das águas residuais.

É deste conceito que surge o Sistema Intermunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento da Lezíria do Tejo, que vem possibilitar a gestão integrada dos serviços de Abastecimento de Água e de Saneamento dos Municípios aderentes, através de uma sociedade detida exclusivamente por Municípios – AR – Águas do Ribatejo – constituída em Dezembro de 2007, destacando-se pelo facto de não ter como base um Sistema Multimunicipal, mas sim um Sistema Intermunicipal.

Esta fórmula empresarial possibilita a gestão integrada dos sistemas de abastecimento de água e de drenagem e tratamento de efluentes nos Municípios aderentes e permite alcançar benefícios de racionalização do investimento na rede alargada, integrando soluções, que seriam mais dispendiosas se assumidas individualmente por cada Município.

A situação anterior à AR, dificultava em diversos casos a resolução dos problemas existentes, não apenas pelo esforço incomportável de investimento e financiamento requerido a alguns Municípios, mas também porque não permitia encontrar soluções integradas que proporcionassem economias de escala significativas. Na prática, apesar dos esforços realizados, ao longo dos últimos anos, por parte dos Municípios, acabaram por ficar evidentes as vantagens, ao nível técnico e económico que poderiam advir da integração de tais esforços. Nessa lógica, os Municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos atribuíram à AR – Águas do Ribatejo, EIM, a gestão e a exploração dos seus Sistemas Municipais de Abastecimento de Água para Consumo Público e de Saneamento de Águas Residuais, nas vertentes em “alta” e em “baixa”. Em Outubro de 2011, o Município de Torres Novas integrou a sociedade ÁGUAS DO RIBATEJO E.M., S.A., alargando os serviços prestados a um universo de 150 mil pessoas que vivem nos sete concelhos.

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